Sobre a vida do outro, eu não devo achar nada, porque ela não me pertence, não está sob a minha responsabilidade, nem pediu minha opinião.
80 frases do Padre Fábio de Melo repletas de ensinamentos
Nascido no dia 03 de abril de 1971, na cidade de Formiga (MG), Padre Fábio de Melo é um sacerdote católico, escritor, professor e apresentador brasileiro. Sempre presente nas redes sociais, busca levar sua mensagem de amor a Deus de uma maneira instigante, atingindo as mais variadas idades. Confira a seguir algumas das melhores frases do Padre Fábio de Melo!
Frases do Padre Fábio de Melo que merecem ser compartilhadas
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A inveja que realmente pode nos afetar é a que consegue conquistar a nossa atenção. A maldade, também!
Quem realmente quer, procura, não adia o encontro. Não construa uma prisão emocional para você, perdendo o seu tempo, sua energia, imaginando estar num relacionamento com uma pessoa que não se lembra ou nem sabe que você existe.
Ficamos mais lúcidos quando nos livramos das paixões.
Ao ter contato com as minhas feridas emocionais, eu fico diante da possibilidade de curá-las, retirando dos olhos os filtros que as feridas colocam sobre eles, e que, muitas vezes, deformam a verdadeira face de Deus.
Não desanime nem perca a esperança diante dos estreitamentos que a vida exigirá de você. A porta estreita de hoje não é definitiva! Ajeite-se, passe por ela. É de passo em passo, que a gente consegue vencer grandes distâncias.
Quem não frequenta diariamente os caminhos humanos que nos ensinam a amar, perdoar, jamais será capaz de conhecer a Deus, que é essencialmente amor e perdão.
Nem sempre estamos prontos para as mudanças que precisamos viver. Porque não queremos o desconforto dos enfrentamentos, passamos a nos adaptar ao sofrimento que nos mata aos poucos, mas parece vida.
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A fé tem o poder de gerar um espírito de confiança em nós.
As escolhas que nos trouxeram até aqui são inalteráveis. O que delas temos são as consequências e cada um administra como pode.
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Nunca seremos suficientemente bons nem maus para os que nos imaginam.
Quando nós perdemos a admiração dos outros, é sofrido, é difícil, mas podemos sobreviver. O problema é quando nós perdemos a admiração por nós mesmos.
A simplicidade pode nos conduzir ao conhecimento e, consequentemente, à sabedoria.
Nós que dizemos ser religiosos, que afirmamos ter feito uma experiência de Deus, temos muito mais responsabilidade na transformação do mundo do que aqueles que não dizem o mesmo.
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O nosso florescimento depende da qualidade do solo em que estamos semeados.
O desapego é uma proposta de vida. Viver apegado ao que se tem, a quem se tem, ao cargo que assumiu, ao sucesso que alcançou, pode ser um grande obstáculo à nossa evolução espiritual.
Se não há respostas, não há interesse. E se não há interesse, não há reciprocidade. Por que insistir num vínculo que não existe, uma vez que um laço só acontece quando as duas pontas se encontram?
As exterioridades da religião não são garantia de idoneidade, bondade, retidão de caráter. Há muito diabo escondido por trás de batinas, hábitos religiosos, camisetas com o rosto de Cristo, cruz no peito.
Se a minha religiosidade não se desdobra em mudança de comportamento, arrancando de mim os vícios que me privam de alcançar as virtudes, eu preciso revê-la.
São estreitos os caminhos que nos levam à vida. Toda vez que você se propuser a conquistar alguma coisa, terá de naturalmente viver as exigências que se colocam entre você e aquilo que você pretende alcançar.
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Não faça o reconhecimento do valor que você tem, depender do interesse de quem quer que seja.
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Reconheça sua miséria, aprenda a lidar com ela e, depois, naturalmente, você terá mais facilidade de compreender a miséria alheia.
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De nada adianta celebrar, cultuar, adorar, se não temos a disposição de compreender os erros dos outros, perdoar e pedir perdão.
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É bem provável que hoje Jesus seria altamente reprovado por muitos que se dizem cristãos.
O que nos garante a vida eterna é o quanto a nossa participação na Eucaristia nos faz viver os comprometimentos que Jesus pede aos que escolhem entrar em comunhão com Ele.
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Deus já deixou em nós a coragem necessária para viver o dia a dia.
As pessoas que nos amam também podem nos fazer mal. Nós também podemos fazer mal às pessoas que amamos. Quando amamos e respeitamos, mas sem o apego, tornamo-nos capazes de identificar se o amor do nosso familiar facilita ou não o florescimento da vontade de Deus em nós.
Às vezes, por conta de um descuido, um lapso de percepção, nós tendemos a valorizar insignificâncias. Colocar uma lente de aumento sobre situações mesquinhas, fúteis e passamos a não perceber e valorizar o que essencialmente merece a nossa atenção e o nosso tempo.
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As únicas pessoas interessadas nas nossas opiniões somos nós mesmos.
Não existe evolução espiritual sem a renúncia ao mal, ao relativismo moral, ao laxismo que tantas vezes oportuniza a hipocrisia e a caricatura religiosa.
O que difere um ser humano de todos os outros diante de Deus não é a capacidade, o preparo, mas a prontidão. Ainda que não nos sintamos preparados para o que Deus espera de nós, estejamos prontos para seguir com Ele.
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Entregue o seu pouco a Deus. Acredite... Ele lhe devolverá cem vezes mais!
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A pior dor emocional é aquela que você está sentindo. Portanto, não compare o seu sofrimento com o dos outros, e nem permita que eles o façam.
Não, a vida não é breve! O que nos dá a sensação de brevidade é a forma como vivemos. Lidamos mal com a articulação do tempo que temos. Dificilmente estamos onde estamos.
Não eleve à condição de verdade o que não passa de opinião. Cuidado com quem se diz com capacidade de influenciar as suas decisões.
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Não insista com quem já demonstrou não querer você por perto. Saber a hora de desistir é tão nobre quanto a persistência.
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Se sou uma pessoa ressentida, é natural que a imagem que tenho de Deus tenha os traços do meu ressentimento.
Se a minha oração não me transforma numa pessoa acolhedora, amável, gentil, caridosa, humilde e fraterna, ela não está gerando conversão em mim.
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A nossa casca, a nossa pretensa bondade, a nossa vida religiosa, pode até enganar as pessoas, mas não engana a Deus.
Toda vez que eu me disponho, auxiliado pela graça divina, a construir a vida eterna, eu, necessariamente, inicio em mim uma vida virtuosa.
Todos nós erramos, todos nós necessitamos de perdão, e a graça divina nos socorre em nossa fraqueza, nos perdoa e nos ensina a recomeçar.
Numa tentativa de sufocar o que não suporto em mim, transformo o outro em vítima dos meus desajustes.
Ao sentar com os considerados indignos de seu tempo, Jesus nos ensina que a santidade não é um privilégio dos santos. É, sobretudo, um convite aos pecadores.
Ter misericórdia é sentir com o outro. É compreender a miséria alheia a partir de nós. É vestir a pele do que sofre e experimentar o sofrimento que ele experimenta.
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A espiritualidade pode e deve ser um caminho que nos leva ao autoconhecimento.
Por mais que seja tentador pensar que o outro precisa assumir as consequências da minha vida: eu sou um problema meu! Sempre serei.
Só podemos desfrutar de uma espiritualidade fecunda, livre de alienações, quando nos dispomos a saber quem realmente somos e o que realmente precisamos viver.
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As grandes conquistas só são possíveis aos que se dispõem a viver os processos que nos dão a elas.
Uma vida bem vivida é uma vida constantemente perpassada por perguntas que nos ajudam a avaliar e a alterar positivamente os nossos posicionamentos.
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Ainda não evoluímos o suficiente para que as escolhas de Jesus sejam também as nossas.
Conversão é vencer os obstáculos da personalidade que ofuscam a presença d'Ele em nossa vida. Vencer vícios, comportamentos pecaminosos, atitudes pouco nobres, requer a disposição de viver o sofrimento que toda mudança exige.
Pessoas são processos vivos, rascunhos mutantes, constantemente sendo alterados. Da mesma forma que encantam, decepcionam. Possuem luz, mas também sombras. A nossa admiração não pode aprisionar os outros nos estreitos labirintos de nossas expectativas.
Os descaminhos fazem parte da experiência humana. Ainda que estejamos bem intencionados, não é sempre que conseguimos acertar. Mas o que falta em nós, Deus completa.
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Para nós, que somos cristãos, Jesus é a porta que nos permite conhecer o rosto do Pai.
Quanto mais mergulhamos na presença de Deus em nós, muito mais nos tornamos conscientes do processo encarnatório, que nos permite atualizar a presença divina por onde formos.
Quando estamos apaixonamos, nós imaginamos mais do que enxergamos. Às vezes, por força da paixão, o castelo maravilhoso que você está enxergando de longe, é um casarão mal-assombrado, cheio de problemas estruturais, quando o vemos de perto.
O tempo todo, as circunstâncias nos oferecem situações que nos matam e situações que nos fazem viver. Quais costumamos escolher?
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A espiritualidade cristã é fonte de vida para quem escolhe vivê-la.
Depois que superamos o sangramento emocional que o outro nos provocou, se assim o quisermos, só restará aprendizado.
Se sentir que o ventre atual não é mais o seu lugar, obedeça aos movimentos das contrações. Ofereça-se à graça de nascer de novo!
Já somos capazes de amar como Ele amou?
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As pessoas que nos fizeram mal podem nos ensinar, e muito! Inclusive, a não ser como elas são.
Nada desmorona da noite para o dia. É aos poucos que vamos fragilizando a estrutura de nossas edificações emocionais. Se quisermos seguir juntos, precisamos honestamente responder se as escolhas de hoje continuam incluindo as pessoas de ontem.
Ao ter um coração misericordioso, perdemos a necessidade de julgar e condenar, e o perdão fica natural em nós. A misericórdia é o filtro que todo cristão precisa ter nos olhos.
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Só posso dizer que sou cristão se assumo diariamente o compromisso de viver em constante estado de perdão.
Insistimos em colher resultados de situações que já estão esgotadas, que deram tudo que podiam nos dar. O que precisamos é ousar, sondar e descobrir dentro de nós o inédito que ainda permanece à nossa espera.
A opinião sobre você que realmente gera influência na sua vida não é a dos outros, é a sua. É com ela que você convive e se confronta diariamente.
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Experimente mudar a direção de suas escolhas. Há muitos milagres esperando por você!
Temos uma capacidade enorme de superar perdas, reconstruir do zero, recomeçar a vida, ainda que estejamos próximos do fim. Tudo isso porque Deus mora em nós.
Nós nunca estamos prontos! Mesmo assim, Deus confia em nós. Quem espera estar pronto não vive, não ama, não ganha, não alcança. Mas quem se compromete, ainda que sabendo não possuir todos os requisitos, levando consigo o firme propósito de vencer e superar, para esses, o mundo terá mais dificuldade para dizer "não".
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Por pior que sejam os resultados que você já teve da vida, perdoe-se! Tudo aconteceu como podia ser.
Desobrigue-se de ser comentarista da vida alheia, dos problemas que não lhe dizem respeito. Nem tudo precisa ser dito, pois o silêncio continua sendo um símbolo de sabedoria.
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Requer muita evolução espiritual saber diferenciar o que nos mata do que nos faz viver.
Nunca foi tão difícil permanecer. Estamos cada vez mais indispostos aos processos que exigem paciência, perseverança e foco.
Nós não temos cicatrizes, nós somos cicatrizes. Carregamos no albergue dos olhos o ódio dos que nos odiaram, a traição dos que nos traíram, o pessimismo dos que não acreditaram em nós. Levamos também a dor que causamos quando traímos, quando mentimos, quando deixamos que o pior que há em nós recair sobre os que cruzaram o nosso caminho.
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Não é possível fazer o bem praticando o que é mal. Não podemos ser bons e maus ao mesmo tempo.
A melhor decisão é aquela que nos deixa em paz. Ainda que tenha sido uma decisão que gerou sofrimento, dor emocional, se estivermos em paz é sinal que escolhemos de acordo com a nossa consciência.
Nem tudo que a gente sente é verdadeiro. Muitas vezes, o sofrimento, o sentimento ruim, é resultado de uma farsa emocional criada pela nossa mente. Quando a razão assume o controle, muitos sofrimentos caem por terra.
É sempre um perigo não querer a solução para os nossos problemas, pois transformamos os nossos problemas numa solução para a nossa vida.
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Costumamos oferecer ao outro aquilo que em nós é farto. Se tenho amor e respeito por mim, é natural que eu tenha o mesmo o pelos outros.