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Olha estas velhas árvores, mais belas do que as árvores novas, mais amigas: tanto mais belas quanto mais antigas, vencedoras da idade e das procelas.
30 frases de poemas sobre a natureza representando sua força e beleza
A Mãe Natureza agracia toda a Terra com a sua beleza, força e frutos. Toda essa graça inspira poetas e escritores desde sempre. Olhar com cuidado para cada detalhe dessa perfeição resulta em lindas palavras! Confira essas frases de poemas sobre a natureza e aproveite para compartilhar em todas as suas redes.
Frases de poemas sobre a natureza que celebram variedade da vida na Terra
Tal é o vosso destino, ó filhas da natureza; em que vos pese à beleza, pereceis; mas, não... Se a mão de um poeta vos cultiva agora, ó rosas, mais vivas, mais jubilosas, floresceis.
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Entre o luar e a folhagem, entre o sossego e o arvoredo, entre o ser noite e haver aragem, passa um segredo. Segue-o minha alma na passagem.
Porque só sou essa cousa séria, um intérprete da Natureza, porque há homens que não percebem a sua linguagem, por ela não ser linguagem nenhuma.
Outono. Em frente ao mar. Escancaro as janelas sobre o jardim calado, e as águas miro, absorto. Outono... Rodopiando, as folhas amarelas. Rolam, caem. Viuvez, velhice, desconforto.
As folhas das árvores servem para nos ensinar a cair sem alardes.
A natureza é mãe de todos e a todos trata com cuidado, pois como toda mãe que ama não quer seu filho maltratado.
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Podem cortar todas as flores, mas não podem deter a primavera.
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Deixa que a vida faça contigo o que a primavera faz com as flores.
Eu estou apaixonado por uma menina terra. Signo de elemento terra, do mar se diz: "terra à vista". Terra para o pé, firmeza. Terra para a mão, carícia. Outros astros lhe são guia... Terra, por mais distante o errante navegante, quem jamais te esqueceria?
A natureza não faz milagres; faz revelações
Às vezes, de repente, bate-me a Natureza de chapa na cara dos meus sentidos, e eu fico confuso, perturbado, querendo perceber. Não sei bem como nem o quê... Só tenho que sentir agrado porque é brisa, ou que sentir desagrado porque é quente, e de qualquer maneira que eu o sinta, assim, porque assim o sinto, é que é meu dever senti-lo...
Outono dos crepúsculos doirados, de púrpuras, damascos e brocados! Vestes a terra inteira de esplendor!
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Vento de voz tristonha, voz plangente, vento que ris de mim sempre a troçar, vento que ris do mundo e do amor, a tua voz tortura toda a gente!
Anda o sol pelas campinas e passeia a mão dourada pelas águas, pelas folhas... Ah! tudo bolhas que vem de fundas piscinas de ilusionismo... — mais nada.
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Neste mês, ao cair da tarde, a chuva corre pelas montanhas, e depois a noite é mais clara, e o canto dos grilos faz palpitar o cheiro molhado do chão.
Um pássaro livre salta na parte de trás do vento e flutua rio abaixo até que a corrente termine e mergulha sua asa nos raios de sol laranja e se atreve a reivindicar o céu.
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Passarinho mais andarilho que conheço é andorinha mesmo. Elas mudam de lugar nas estações do ano. Depois vêm voltando.
Dizem que as flores são todas as palavras que a terra diz.
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À sombra da usina, teu jardim era mínimo, sem flores. Plantas nasciam, renasciam para não serem olhadas.
O sol no eclipse é sol obscurecido; na flor também o inseto faz seu ninho.
Luz do sol, que a folha traga e traduz, em verde novo, em folha, em graça, em vida, em força, em luz. Céu azul, que vem até onde os pés tocam a terra e a terra inspira e exala os seus azuis.
Ou se tem chuva e não se tem sol, ou se tem sol e não se tem chuva!
A natureza são duas. Uma, tal qual se sabe a si mesma. Outra, a que vemos. Mas vemos? Ou a ilusão das coisas?
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A água entende bem civilização; molha meu pé, mas lindamente, isso esfria minha vida, mas com humor, não é desconcertado, não está com o coração partido.
A flor que hoje sorri o amanhã morre. Tudo o que desejamos ficar tenta e depois voa. Qual é a delícia deste mundo? Raios que zombam da noite, breve, mesmo tão brilhante.
As tulipas são muito excitáveis, é inverno aqui. Veja como tudo é branco, quão quieto, quão coberto de neve. Estou aprendendo a ter paz, mentindo sozinha em silêncio
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Não choremos, amigo, a mocidade; envelheçamos rindo, envelheçamos como as árvores fortes envelhecem, na glória da alegria e da bondade, agasalhando os pássaros nos ramos, dando sombra e consolo aos que padecem.
Tentamos proteger a árvore, esquecidos de que ela é que nos protege.
Te olhei. E há tanto tempo entendo que sou terra. Há tanto tempo espero que o teu corpo de água mais fraterno se estenda sobre o meu