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É na sola da bota, é na palma da mão. Bote um sorriso na cara e mande embora a solidão!
45 frases de músicas sertanejas raiz para quem ama esse gênero
Com aquele ar de nostálgico, as músicas sertanejas antigas são capazes de nos transportar para tempos que não voltam mais. Com letras que falam sobre a vida no campo, amor e outros temas, essas canções marcaram gerações e inspiram cantores atuais. Mate as saudades com essas lindas frases de músicas sertanejas raiz e coloque a vitrola pra tocar de fundo!
Frases de músicas sertanejas raiz para matar a saudade dos tempos passados
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Com a marvada pinga, é que eu me atrapaio. Eu entro na venda e já dou meu taio. Pego no copo e dali num saio!
Pois o jeca quando canta tem vontade de chorar. O choro que vai caindo, devagar vai se sumindo, como as água vão pro mar.
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Eu vou-me embora e na hora vai cantar um passarinho, porque eu vou sozinho. Eu, a viola e Deus.
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É que a viola fala alto no meu peito humano e toda moda é um remédio pros meus desenganos.
Toda vez que eu viajava pela estrada de Ouro Fino, de longe eu avistava a figura de um menino, que corria abrir a porteira e depois vinha me pedindo: "Toque o berrante, seu moço, que é pra eu ficar ouvindo".
Nesta longa estrada da vida, vou correndo e não posso parar. Na esperança de ser campeão, alcançando o primeiro lugar.
Uma andorinha voando sozinha não faz verão!
Mais forte do que o ódio é a força do perdão.
Sinônimo de amor é amar!
Lembrando eu tenho chorado porque no passado já foi nosso lar. Não suportando o que você fazia, resolvi um dia e saí de lá.
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Essa festança começa ao anoitecer, quero ver o chão tremer, navegar nas emoções!
Perdi a ilusão da vida porque seu carinho para sempre eu perdi. O meu sonho de amor morreu, quando no seu coração eu morri.
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Como é que eu posso ser amigo de alguém que eu tanto amei?
Que beijinho doce que ele tem. Depois que beijei ele, Nunca mais amei ninguém.
Satisfeito vou levar você de braço dado atrás da procissão. Vou com meu terno riscado uma flor do lado e meu chapéu na mão.
Não sei o que eu vou fazer pra continuar a minha vida assim, se o amor que morreu dentro dela ainda vive em mim.
Leve esse couro de boi, que eu acabei de curtir, pra lhe servir de coberta, adonde o senhor dormir.
Se eu fosse um passarinho, queria voar no espaço e sentar devagarinho na voltinha dos seus braços pra gozar dos seus carinhos, e aliviar a dor que eu passo.
O amor nasce sozinho, não é preciso plantar.
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Você sabe de onde ou venho? Venho do Morro do Engenho, das selvas, dos cafezais, da boa terra do coco, da choupana onde um é pouco, dois é bom, três é demais.
Naquele estradão deserto, uma boiada descia pras bandas do Araguaia pra fazer a travessia. O capataz era um velho de muita sabedoria, as ordens eram severas, e a peonada obedecia.
Quando você ler, eu vou estar bem longe. Não me julgue tão covarde, só não quis te ver chorar. Perdão, amiga, são coisas que acontecem. Dê um beijo nos meninos, pois eu não vou mais voltar.
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Menina, minha menina. Ai, não faças assim como eu, que vivo morta de pena, porque ninguém me escolheu.
Quem não for filho de Deus, tá na unha do capeta.
Nesta viola, eu canto e gemo de verdade. Cada toada representa uma saudade.
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Encosta tua cabecinha no meu ombro e chora, e conta logo tua mágoa toda para mim. Quem chora no meu ombro eu juro que não vai embora.
Meu Deus, onde está agora a mulher que amo? Será que está sozinha ou acompanhada? Só sei que aqui distante eu estou morrendo, morrendo de saudade dela num mundo de lágrimas.
Estou escrevendo esta carta meio aos prantos. Ando meio pelos cantos, pois não encontrei coragem de encarar o teu olhar.
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Moreninha linda do meu bem-querer. É triste a saudade longe de você.
Estão falando que ela é muito coroa. Ela é madura, já tem mais de trinta anos, mas para mim o que importa é a pessoa. Não interessa se ela é coroa. Panela velha é que faz comida boa.
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Eu bebi demais e não consigo me lembrar se quer qual era o nome daquela mulher, a flor da noite da boate azul.
Esperando encontrar o amor, que é das velhas toadas canções, feito as modas da gente cantar, nas quebradas dos grandes sertões.
Nos caminhos desta vida, muitos espinhos eu encontrei, mas nenhum calou mais fundo do que isso que eu passei.
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Meu Deus, eu morro por ela e a ausência dela provoca meu choro. Ela é a luz que me ilumina, deusa da minha sina, minha estrela de ouro.
Saudade, palavra triste quando se perde um grande amor. Na estrada longa da vida, eu vou chorando a minha dor igual uma borboleta vagando triste por sobre a flor.
E ela, de zangada, foi quebrando tudo. Pegou a minha roupa e jogou porta afora. Agarrei, fiz uma trouxa e saí dizendo: "Adeus, Mariana, que eu já vou embora".
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Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso, porque já chorei demais.
Morena, minha morena. Corpo de linha torcida. Queira Deus você não seja perdição da minha vida!
Hoje me sinto mais forte mais feliz, quem sabe, só levo a certeza de que muito pouco sei, ou nada sei.
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Aqui é pequeno, mas dá pra nós dois e, se for preciso, a gente aumenta depois.
É preciso amor pra poder pulsar. É preciso paz pra poder sorrir. É preciso a chuva para florir.
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A poeira do velho estradão deixou marcas no meu coração e nas palmas da mão e do pé, os catiras de uma mulher.
Doente de amor, procurei remédio na vida noturna. Com a flor da noite em uma boate aqui na zona sul. A dor do amor é com outro amor que a gente cura. Vim curar a dor deste mal de amor na boate azul.
De onde eu venho não importa, pois já passou. O que importa é saber pra onde vou.