Num único beijo saberás tudo aquilo que tenho calado.
60 frases do Pablo Neruda para quem admira seus poemas
Pablo Neruda foi um poeta e cônsul chileno, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura no ano de 1971, que ficou conhecido como um dos mais importantes escritores em língua castelhana do século XX.
Por isso, elencamos a seguir várias frases do Pablo Neruda que irão te ajudar a conhecer as obras desse famoso escritor. Escolha sua frase preferida e compartilhe!
Frases do Pablo Neruda para conhecer esse grande poeta chileno
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Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.
Se sou amado, quanto mais amado mais correspondo ao amor. Se sou esquecido, devo esquecer também... Pois amor é feito espelho: tem que ter reflexo.
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Poderão cortar todas as flores, mas não poderão deter a primavera.
Algum dia, em qualquer parte, em qualquer lugar, indefectivelmente, se encontrarás consigo mesmo, e essa, apenas essa, pode ser a mais feliz o a mais amarga de suas horas.
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Se nada nos salva da morte, pelo menos que o amor nos salve da vida.
Saudade é amar um passado que ainda não passou. É recusar o presente que nos magoa. É não ver o futuro que nos convida.
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A verdade é que não há verdade.
Escrever é fácil. Você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca ideias.
Esqueçamos com generosidade aqueles que não nos podem amar.
O homem gostaria de ser peixe ou pássaro, a serpente gostaria de ter asas, o cão é um leão confuso... Mas o gato quer ser somente gato, e todo gato é um puro gato desde o bigode ao rabo.
A vida esconde nos lugares mais simples sua grande beleza, que revela qual o significado de porque persistimos em continuar vivendo.
Dois amantes felizes não têm fim nem morte, nascem e morrem tanta vez enquanto vivem, são eternos como é a natureza.
Ainda que chova, ainda que doa. Ainda que a distância corroa as horas do dia e caia a noite sem estrelas, o mundo brilha um pouquinho mais a cada vez que você sorri.
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Livro, quando te fecho, abro a vida.
Quer-me quando menos o merecer, pois será aí que mais o necessito.
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Para que nada nos separe, que nada nos una.
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Sofre mais quem espera sempre ou quem nunca esperou ninguém?
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A vida não começa quando se nasce, começa quando se ama.
Amo-te sem saber como, nem quando, nem onde, te amo diretamente sem problemas nem orgulho: assim te amo porque não sei amar de outra maneira.
Só um louco pode desejar guerras. A guerra destrói a própria lógica da existência humana.
Amo-te como se amam certas coisas obscuras, secretamente, entre a sombra e a alma.
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Conhecer o amor dos que amamos é o fogo que alimenta a vida.
Nega-me o pão, o ar, a luz, a primavera, mas nunca o teu riso, porque então morreria.
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Para o meu coração basta o seu peito, para a sua liberdade bastam as minhas asas.
Eu amo seus pés, porque eles caminharam sobre a terra, o vento e a água, até que me encontraram
Nós, os de então, já não somos os mesmos.
Gosto quando te calas porque estás como que ausente e me escutas de longe, minha voz não te tocas. Parece que os olhos tivessem de ti voado e parece que um beijo te fecharás a boca.
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A poesia tem comunicação secreta com os sofrimentos do homem.
Amor, quantos caminhos até chegar a um beijo, que solidão errante até tua companhia!
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Sobre a terra, antes da escrita e da imprensa, existiu a poesia.
Sobre meu coração chovem frias corolas. Oh porão de escombros, feroz caverna de náufragos!
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Não quero dormir sem teus olhos. Não quero ser... sem que me olhes.
Quero apenas cinco coisas… Primeiro é o amor sem fim. A segunda é ver o outono. A terceira é o grave inverno. Em quarto lugar o verão. A quinta coisa são teus olhos.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite. Pensar que não a tenho. Sentir que a perdi. Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela. E o verso cai na alma como ao pasto o orvalho.
Quero fazer contigo o que a primavera faz com as cerejeiras.
E se não dá mais, apenas encontre o que está em suas mãos, creia que dar amor nunca é em vão. Vá em frente sem olhar para trás.
A poesia é um ato de paz. A paz entra dentro da composição de um poeta tal como a farinha entra na composição do pão.
E a minha voz nascerá de novo, talvez noutro tempo sem dores, e nas alturas arderá de novo o meu coração ardente e estrelado.
Só com uma ardente paciência conquistaremos a esplêndida cidade que dará luz, justiça e dignidade a todos os homens. Assim a poesia não terá cantado em vão.
Se cada dia cai, dentro de cada noite há um poço onde a claridade está presa. Há que sentar-se na beira do poço da sombra e pescar luz caída com paciência.
A sombra é sempre negra, nem que seja de um cisne branco.
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Acontece é que me canso de ser homem.
Sempre, sempre te distâncias entre as tardes onde o crepúsculo corre maculando as estátuas.
Os poetas odeiam o ódio e fazem guerra a guerra.
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Amo-te e não te amo como se tivesse nas minhas mãos a chave da felicidade e um incerto destino infeliz.
Era a dor e as ruínas, e tu foste o milagre. Ah mulher, não sei como me pudeste conter na terra de tua alma e na cruz de teus braços!
Tudo estava vazio, morto e mudo. Caído, abandonado e decaído. Tudo era inalienavelmente alheio. Tudo era dos outros e de ninguém, até que tua beleza e tua pobreza de dádivas encheram o outono.
Nós, os que perecemos, tocamos os metais, o vento, as margens do oceano, as pedras, sabendo que seguirão imóveis ou ardentes, e eu fui descobrindo, dando nome às coisas: foi meu destino amar e despedir-me.
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Te amo, beijo em tua boca a alegria.
E quando surges todos os rios se ouvem no meu corpo, sinos fazem estremecer o céu, enche-se o mundo com um hino.
Amo-te para começar a amar-te, para recomeçar o infinito e para não deixar de amar-te nunca.
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Tu eras também uma pequena folha que tremia no meu peito. O vento da vida pôs-te ali.
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Abro mão da primavera para que continues me olhando.
Saberás que não te amo e que te amo, pois que de dois modos é a vida, a palavra é uma asa do silêncio, o fogo tem a sua metade de frio.
A timidez é uma condição alheia ao coração, uma categoria, uma dimensão que desemboca na solidão.
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Tenho fome da tua boca, da tua voz, do teu cabelo.
Foi nessa idade que a poesia me veio buscar. Não sei de onde veio. Do inverno, de um rio. Não sei como nem quando. Não, não eram vozes, não eram palavras, nem silêncio.
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A noite está estrelada e ela não está comigo.
Refugiei-me na poesia com ferocidade de tímido.